A FANTÁSTICA VIAGEM NUM TRANSATLÂNTICO NO MAR DO CARIBE

Essa foi uma das melhores viagens da minha vida! Nosso primeiro Cruzeiro no Caribe em janeiro de 2015, no navio Independence of the Seas da Royal Caribbean. O navio saiu do Port Everglade em Fort Lauderdale nos EUA, passando por Georgetown (Grand Cayman), Falmouth (Jamaica), pela ilha da Royal Caribbean Labadee (Haiti) e retornando para Fort Lauderdale.

Cruzeiro da Royal Caribbean em Labadee no Haiti. Foto: Lene Alves

O cruzeiro era de 6 dias e 5 noites.

O navio tinha 15 andares e tinha capacidade para até 4.000 pessoas, mas a bordo deste tinham 2.700 pessoas.

Nossa cabine era com varanda e vista para o mar. Um sonho inesquecível!

Tivemos a sorte de pegar os dias com o céu limpo e ensolarado, na qual a vista ficou ainda mais fascinante!

Todo final de tarde nós íamos caminhar na pista de corrida e parava para ver o pôr do sol, era incrível! O vento soprava no meu rosto e com ele uma mensagem sussurrando no meu ouvido dizendo: Ei?Pisss! Você está aí viva e vivendo uma história linda! “Era nossa Lua de Mel” Aproveitem!!!

Cruzeiro no mar do Caribe. Foto: Lene Alves

 

Uma das coisas mais gostosas numa viagem é o que antecede a ela. As pesquisas, a busca por informações, cada centavo economizado, a ansiedade, tudo isso vai te dando ainda mais ansiedade quando em fim a viagem chega.

O desejo de viajar e conhecer lugares simples e incríveis espanta o medo de qualquer coisa que possa me assombrar, seja ela a falta de domínio da língua de um determinado país, a cultura ou qualquer outra coisa. Claro que sempre que possível, é bom estarmos preparados mais não deixo que o medo do desconhecido me paralise.

Biscayne Bay – Miami Beach. Foto: Lene Alves

 

Ficamos hospedados em Miami Beach, Tomamos um taxi até o Port Everglande em Fort Lauderdale. Depois enfrentamos uma fila para conferirem os documentos e dados pessoais. Em seguida caminhamos para o navio do cruzeiro.

O embarque abre quatro horas antes da partida do navio e fecha uma hora antes, 12:00 era a hora marcada para o início do embarque, chegamos lá por volta de 13:00 e enfrentamos uma fila enorme. Então minha recomendação é que fique atenta nos horários e se puder vá com o espírito de aventura, pois mesmo o navio tendo uma superestrutura e ser muito bem organizado, tem muita gente para embarcar, e dependendo da hora que você for fazer o check-in poderá enfrentar fila como foi o nosso caso.

Após a verificação dos documentos e passar pelo raio-x, ao nos encaminharmos em direção o navio, passamos por uma sala onde tinha uma foto bem grande do navio e os fotógrafos chamam para registrar esse momento, mais depois, em outro dia você poderá ver a exposição numa parte do navio de todas as fotos tiradas e o preço para você adquiri-las é bem salgado, $ 20,00 por ela.

Também antes de entrar no navio, lhe será entregue um cartão chamado SeaPass. No navio as bebidas, os passeios e mais alguma coisa que esteja além do seu pacote tudo só é pago com este cartão que pode estar vinculado com o seu cartão de crédito internacional se você autorizou antes ou poderá fazer o pagamento em dinheiro no final e todo o seu consumo deverá estar registrado nesse cartão ai.

Cartão de embarque no cruzeiro Royal Caribbean. Foto: Lene Alves

 

Quanto às malas, assim que você chega à frente do galpão de embarque, já tem um pessoal recolhendo as malas para levar ao navio, o bom é que você não precisa mais estar carregando peso. Depois eles levam direto para a sua cabine. A dica é: Se você for precisar de algo é bom que você leve uma bolsa de mão com o que precisa porque a entrega da mala pode demorar um pouco. A nossa foi entregue lá pelas 18:00 horas.

Antes do navio sair, tem um treinamento para emergência, eles ensinam como colocar o colete salva vida caso seja preciso e fornecem mais algumas informações.

Uma dica importante: Não leve ferro de passar roupa, nem objetos cortantes, pois a sua mala pode ficar retida por isso e até que se resolva terá levado muito tempo, preocupação e estresse. Então já sabe, evite-os.

Esse é o navio Independence of the Seas da Royal Caribbean.

Lembrando que O checkin deve ser feito até três dias antes da partida do navio pela Internet.

Transatlântico da Royal Caribbean. Foto: Lene Alves

 

Nessa imagem é possível ver como é a estrutura do navio. Como disse acima, este é um navio de 15 andares.

Maquete do cruise independence of the seas. Foto: Lene Alves

 

 

Essa é a vista do alto do elevador panorâmico.

Vista panorâmica do elevador. Foto: Lene Alves

 

 

Estava encantada com tudo! Imaginava meu sonho sendo realizado naquele exato momento, e que sonho!!!

Pista de caminhada do cruseiro. Foto: Lene Alves

 

 

O nosso café da manhã era dos melhores, confesso que engordei um pouco, e não tinha como manter a dieta diante de tanta coisa boa e gostosa!

Os hóspedes tinham duas opções para tomar o seu café da manhã, uma era ele ir até o salão onde era servida a alimentação, a outra opção era, se o hóspede assim preferisse, tomar o seu café da manhã na sua suíte ou na varanda da sua suíte, bastava que na noite anterior ele preenchesse um formulário e deixasse na maçaneta da porta até as 03:00 da manhã e no dia seguinte o café da manhã era entregue na cabine na hora marcada por você e com todos os itens selecionados no formulário. Esse serviço não tinha custo algum.

Outra coisa quanto à alimentação, é que todas as refeições já estão inclusas no valor do cruzeiro pago antecipadamente. O navio possui alguns restaurantes que você pode comer livremente e tem também restaurantes com comidas especiais que é pago, mas sinceramente, não achamos que precisasse pagar a mais por isso, os outros restaurantes livres são ótimos e com muita variedade de comidas e guloseimas.

Restaurante do cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

 

Restaurante no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Há! Só fique atento para o horário marcado para o seu jantar que tem dois turnos, o primeiro é às 18:00 hs. e o segundo as 20:00 hs. Essa informação você já vai ter quando comprar o pacote do cruzeiro.

 

No navio, tem também um andar que parece um shopping Center o “Royal Promenade”, uma avenida com lojas de diversas marcas famosas, lanchonetes, pizzarias, sorveterias etc. Aqui as guloseimas eram free e funcionava 24:00 horas por dia. O legal dessas lojas é que a compra em duty-free não tem acréscimo de impostos.

O nosso pacote não incluía bebidas alcoólicas e refrigerantes, mas em compensação poderíamos tomar suco, chá e outras bebidas não alcoólicas à vontade. Confesso que nem nos fez falta essa ultima.

Passarela Royal Promenade. Foto: Lene Alves

 

Nas paradas onde o navio ancorava, tínhamos a opção de ficar no navio ou sair e conhecer os locais acima citados.

O próprio cruzeiro oferecia pacotes de passeios nos três locais de parada, ou tínhamos a opção de fazer passeios com pessoas ou empresas independentes. Fizemos as duas opções. Na primeira parada em Georgetown (Grand Caynan) fechamos um pacote de passeio com o próprio cruzeiro, estávamos apreensivos em fazer os passeios com pessoas de fora do navio temendo algum acontecimento não previsto. Depois, percebemos que vários outros turistas do cruzeiro faziam isso e resolvemos conferir. Logo vimos que os preços dos pacotes eram bem diferentes e dependendo do passeio, tinha mais opção de lugares para conhecer.

E tem mais, caso você feche algum passeio no navio, fique atento à hora marcada do mesmo, pois normalmente eles dão 15 minutos de tolerância, caso você se atrase e ultrapasse esse tempo, você poderá perder o passeio e ainda pagar por ele.

Área de Lazer do Cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

 

E essas eram algumas das atrações de lazer que o navio oferecia.

Esse era um campo de mini- golfe.  Logo atrás tinha uma parede para escalada para os mais corajosos, claro que tudo muito seguro com cordas e equipamentos acoplados. Tinha também quadra de vôlei e basquete, Surf Rider, ofurôs. No navio também tinha outras atrações para diversão e entretenimento como cassinos, pista de patinação no gelo, bingo, bares, boates, lojas, ringue de boxe, academia de ginástica com vista para o mar. Já imaginou isso? Incrível não é mesmo?!

Pista de golf no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Esse era o FlowRider – uma piscina que simula as ondas para prática de surf e bodyboard.

FlowRider no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

 

 

Este era o teatro com mais de 2.000 lugares. Todos os dias tinham shows diferentes (entrada gratuita), bastava só fazer a reserva dependendo do show. Assistimos shows e apresentações fantásticas, mas pena que não era permitido filmar nem tirar fotos na hora do espetáculo, registramos apenas em nossas memórias.

Teatro no Cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Apresentação no Teatro do cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

 

Aqui estava em uma sala de jogos, e eu me arriscando em perder algumas moedinhas em dólares para variar, mas não perder o espírito da brincadeira hahaha.

Sala de Jogos no cruzeiro. Foto Lene Alves

 

A noite no navio era bem festiva, para todo parte que íamos tinha alguma coisa acontecendo.

Nesse vídeo mostra um show acústico. Como tinha muita coisa acontecendo, parávamos um pouco em cada lugar para ver o que tava rolando e daí decidíamos onde ficar por mais tempo até a hora de irmos para a nossa suíte. Como durante o dia todo também tinha muitas atrações e não queríamos perder nada, ou quase nada, nós íamos dormir por volta das 2:00 hs. da manhã.

 

Essa é uma capela, sim o navio possui uma capela para os fies ou até mesmo para realização de cerimônia de casamento. Já imaginou, um casamento em alto mar? Tenho certeza que renderia fotos lindíssimas!

Capela no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Essa era a nossa cabine com varanda e uma vista incrível!. Tinha uma cama de casal, TV a cabo que passava programação em vários idiomas inclusive o português, nela passava também a programação do navio, sofá, frigobar, armário, penteadeira com espelho, ar condicionado, secador de cabelo e banheiro. Há! Tinha também um cofre para você guardar o que quisesse.

Tinha internet mais precisava pagar pra tê-la e era bem caro. Que eu me lembre era 30 dólares por 100 minutos. Como nós queríamos mesmo era nos desligarmos de tudo lá fora, não fizemos nem questão.

Cabine no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Todas as noites o pessoal do serviço de quarto deixava um livreto com a programação do dia seguinte e a sugestão do traje que cada festa pedia. Nessa foto nós íamos assistir a famosa noite do comandante, que é quando ele se apresenta e apresenta a tripulação.

Normalmente a mulherada se preocupa muito com que tipo de roupa levar para um cruzeiro. Antes de viajar, eu fiz umas pesquisas em fóruns de viagens e anotei algumas sugestões. Na minha mala eu levei roupas despojadas como bermudas, regata, vestidos soltinhos, biquines e chinelos para usar durante o dia, vestido, calça jeans escura, blusa mais arrumadinha para usar a noite. É claro que não poderia faltar um vestido pretinho básico, na dúvida era só colocar ele com um saltinho e pronto!

Há! Levei também casacos de frio, pois à noite nós íamos caminhar um pouco na parte superior do navio e ventava bastante fazendo frio.

Para os homens a dica é levar um terno, calça social e uma camisa ou apenas uma calça jeans, uma camisa social já está ótimo.

Na sugestão de traje do livreto dizia como era para se vestir, a maioria seguia a sugestão, mas confesso que vi gente vestida de todo jeito, o que o pessoal queria mesmo era se divertir e ninguém ia te barrar por isso.

Traje para noite de gala. Foto: Lene Alves

 

Quando ia anoitecendo, o navio acendia suas luzes e a vista do cruzeiro ficava ainda mais colorida e fascinante!

Final de tarde no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

Final de tarde no cruzeiro. Foto: Lene Alves

 

No dia que o navio parou em Georgetown (Grand Cayman), durante o dia fizemos um city tour na cidade e a noite no navio na Royal Promenade, teve uma apresentação com show e desfile dos tripulantes para nos dar as “Boas Vindas”. Foi demais, uma diversão!

 

GEORGE TOWN – ILHAS CAYMAN

Essa foi a nossa primeira parada depois que o navio saiu do porto de Fort Lauderdale.

Chegamos nas Ilhas Cayman por volta de umas 10:00 horas da manhã. Esse porto em George Town não tem um píer onde os navios possam atracar. Tivemos que pegar um barco menor que pegava os passageiros do navio e deixava no porto. Depois tivemos que atravessar uma passarela e logo em seguida já estávamos em Grand Cayman.

Grand Cayman é uma ilha com cerca de 50 mil habitantes.

Depois fizemos um tour na cidade, conhecemos Camana Bay um dos pontos mais conhecido da região. Um complexo formado por restaurantes, lojas e escritórios de empresas.

Como as Ilhas Cayman são conhecidas como paraíso fiscal, é comum pensarmos que tudo lá seria barato, mas não é bem assim.

Ilhas Cayman. Foto: Lene Alves

 

Ilhas Cayman. Foto: Lene Alves

 

Ilhas Cayman. Foto: Lene Alves

 

Depois desse city tour que não demorou muito, fomos à praia central de Seven Mile Beach. O sol estava escaldante e logo procuramos uma sombra.

Na foto abaixo, o navio tinha acabado de ancorar no porto. Eram 05:30 da manhã. No dia anterior, fomos avisados que o café da manhã do dia seguinte seria servido mais cedo e às 07:00 horas nós partiríamos para fazer o city tour na cidade de Falmouth, na Jamaica.

Foi demais! Ver através daquela parede de vidro o nascer do sol radiante. Todas as boas energias estavam vindo ao nosso encontro e nós nos encontramos numa explosão de sentimentos maravilhosos, era só alegria e mais uma vez gratidão a Deus!

Chegada no porto da Jamaica. Foto: Lene Alves

 

Nossa recepção no porto da Jamaica foi assim, com um grupo de dançarinos fazendo uma dança alegre. Os turistas que chegavam e quisessem tirar uma foto com eles teriam que pagar.

Grupo de dança no porto da Jamaica. Foto: Lene Alves

 

Nosso navio ancorado no porto da Jamaica.

Nosso navio ancorado no porto da Jamaica. Foto: Lene Alves

 

Havíamos fechado um pacote de passeios no navio e assim que desembarcamos fomos caminhando em direção as vans que já estavam nos aguardando.

Depois que pegamos a van, fomos até Dun’s River Falls (uma cachoeira imperdível), levamos uma hora do Port Antonio até lá. Chegando lá, tivemos que comprar um tênis aquático $ 10,00  para caminhar nas pedras das cachoeiras, mas não arriscamos em subir toda ela. A aventura da subida dura em torno de 30 minutos e preferimos ficar na praia ou em alguns momentos na passarela feita de madeira para tirarmos fotos e capturar algumas imagens em vídeos.

Esse passeio é recomendado para quem tem uma boa resistência física, pois a aventura exige, sem contar nas várias quedas que vimos de pessoas que não estavam bem preparadas, ficamos sabendo também que algumas partes são lisas facilitando assim as quedas.

Na foto dá para ver melhor as pessoas se divertindo na cachoeira.

Dun’s River Falls na Jamaica. Foto: Lene Alves

 

 

Minha sincera opinião. Se tiver outros programas pra fazer, faça. Não acho que este seja o mais legal de Ocho Rios. Conhecemos um casal de amigos que fizeram outro passeio nesse mesmo tempo em estávamos fazendo este e eles nos falaram que adoraram o passeio deles. Foram conhecer a casa de Bob Marley e outros lugares interessantes. Quando eu ouvi eles falando fiquei imaginando e conclui que deveríamos ter pesquisado um pouco mais os pacotes antes de fecharmos nesse. Adoraria ter conhecido a casa e bairro onde o ícone do reggae morou. Acredito que uma ida a Jamaica pedia sim um passeio desse tipo.

Mesmo não ter conhecido os locais onde Bob Marley viveu, o nosso passeio não foi tão ruim assim. Depois da visita a cachoeira em Dun’s River Falls, fizemos um passeio de barco tipo catamarã e nos deslumbramos com visuais incríveis como mostramos no vídeo abaixo.

Jamaica. Foto: Lene Alves

 

 

Aqui nós havíamos acabado de chegar em  Labadee no Haiti.

Labadee no Haiti. Vídeo: Lene Alves

 

 

Labadee é um paraíso particular da Royal Caribbean, onde é exclusividade para seus hóspedes conhecer esta ilha.

Estávamos encantados com o lugar e assim que chegamos, fizemos uma bela caminhada na ilha para conhecer melhor. Havia uma feira onde os haitianos vendem seus artesanatos. Comprei três pulseirinhas por $ 5,00 para ficar de lembrança.

Labadee no Haiti. Foto: Lene Alves

 

 

Há diversas atividades para se fazer por lá, como passeio de caiaque, jet ski, mergulho com snorkel, tirolesa. Existiam também umas quitandas com uns tecidos brancos bem fininho e travesseiros que pareciam cenas de um filme.

O local com aquele cenário era tão fascinante que só queríamos mesmo era vislumbrar toda aquela beleza.

Procuramos uma árvore com sombra, haviam cadeiras fechadas por toda parte e era só erguer onde quisesse, deitar e relaxar, e foi o que fizemos.

Tinha um haitiano que era funcionário da Royal e tentamos praticar um pouco o nosso inglês, perguntei a ele se poderíamos sair daquela área e ir conhecer um pouco da cidade (eu adoraria fazer isso), mas, ele nos disse que a cidade ficava um pouco longe de lá e que não era permitido a saída de hóspedes da ilha. Confesso que fiquei um pouco tristinha, sempre em uma viagem eu gosto de conhecer um pouco mais de perto a cultura daquele local, entretanto,  naquele momento era compreensível seguir as normas da empresa.

Dessa forma, ficamos conhecendo apenas o lado bonito do Haiti, sua beleza natural, cercada de belas montanhas e vegetação exótica, mais dava para ver no olhar daquelas pessoas que trabalhavam ali com artesanatos que eram um povo sofrido. É claro que não precisamos ir muito longe para vermos esse tipo de situação, aqui mesmo no Brasil tem esse contraste de lugares lindíssimos com nativos sofridos. Sem contar que o Haiti além de ser um país que está entre os mais pobres da América, já foi devastado algumas vezes por terremotos e furacões.

Essa era a nossa ultima parada, e nesse dia, praticamente toda a tripulação do navio foi deslocada para a ilha onde tinham várias lanchonetes bem distribuídas em uma boa extensão da ilha. O nosso almoço foi lanche americano com suco e frutas e podíamos repetir quantas vezes quiséssemos. Os funcionários sempre muito atenciosos.

Tudo aquilo na minha cabeça estava perfeito!

Dia de sol, praia, mar, comida leve, petiscos deliciosos, muita gente bonita, o amor do lado e muita, muita gratidão a Deus por estar vivendo tudo aquilo.

Labadee no Haiti. Vídeo: Lene Alves

 

O cruzeiro era um sonho, tive o prazer de realizar e confesso que ainda sonho com mais e mais viagens fascinantes assim.

Nossa viagem não poderia ter sido melhor, foi tudo tão perfeito!

A vida é isso. São momentos únicos que se eternizam apenas na memória.

lembrando que vai enfrentar fila sim, mas nada de estresse. Mentalize a sua viagem dos sonhos! E nada pode estragar isso.

Essa foi uma viagem dos sonhos, aproveitamos o máximo para nos divertir, descansar, comer bem e namorar muito.

Uma dica que eu vou dar aqui e que passamos batidos, só viemos descobrir no ultimo dia é que, se você tiver comemorando algo como aniversário, lua de mel, aniversário de casamento, o navio oferece um serviço de cortesia. Eles enfeitarão a cabine, levarão um bolinho com vela em comemoração e lhe darão os parabéns! Você só precisa colocar na sua reserva especificando isso. Como já falei antes, essa foi uma viagem de Lua de Mel, uma pena que só descobrimos esse serviço no ultimo dia.

Chegou o momento final, a partida! A sensação era o sentimento de gratidão e um até logo!

Quanto ao desembarque, na noite anterior, todos os hóspedes devem colocar suas malas no corredor, no lado de fora da cabine. Todas as malas devem estar com etiquetas, entregues pelo camareiro, e com cadeados, de preferência.

 

 

Salvar

Salvar

Salvar

Salvar